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Desde a sua fundação há mais de 75 anos, em Portugal, a Sogrape sempre evidenciou ter o dom de antecipar o futuro. No ano de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, a visão do seu fundador, Fernando Van Zeller Guedes, era demonstrar a qualidade dos vinhos portugueses ao mundo e conquistar os consumidores com um rosé leve e refrescante. De uma adega na região do Douro focada na produção de Mateus Rosé, a Sogrape tornou-se global e está hoje presente em mais de 120 mercados, detendo cerca de 1600 hectares de vinhas distribuídas por Portugal, Espanha, Chile, Argentina e Nova Zelândia. Oferecer vinhos de alta qualidade e grandes marcas é uma missão partilhada por todas as empresas do grupo, espalhadas por 11 países. Atualmente, é a combinação do espírito familiar com uma cultura de equipa de alto desempenho que impulsiona a empresa a prosseguir o seu caminho, sob a liderança de Fernando da Cunha Guedes, Presidente e representante da 3.ª geração da família fundadora.

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O tom é dado pela terra. Em cada colheita há uma subtil modulação. Para conservar a identidade da quinta, mas também o cunho desse ano, a Quinta da Côrte trabalha em estreita proximidade com a natureza, nada fazendo de forma repentina. De acordo com a filosofia das vinhas de Austruy as intervenções praticadas só têm como objetivo acompanhar a vinha de modo a permitir-lhe dar o melhor de si mesma num contexto que é único todos os anos: a colheita.
Propriedade das famílias locais Pacheco & Irmãos a quinta produziu durante vários anos uvas e, às vezes, alguns lotes de vinho que eram vendidos aos grandes nomes do vinho do Porto, como Delaforce, Croft, Taylor’s ou inclusive Ramos Pinto. Seguia assim a ritmo de cruzeiro que era suficiente, um ano bom um ano mau, mantendo a propriedade na família. Embora fornecesse vinhos capazes de se integrar na grande diversidade de misturas de castas das casas com as quais trabalhava, não conseguia, por falta de meios, assumir a autonomia proporcionada pela terra para desenvolver a sua própria gama.
Em 2013, Philippe Austruy, proprietário de várias quintas em França e no estrangeiro, procura uma quinta no Douro. Quando visita a Quinta da Côrte, é amor à primeira vista: os edifícios estão em muito mau estado e nota-se uma falta de manutenção crónica por todo o lado. Porém, a propriedade tem um grande potencial. Demora mais de um ano para concretizar a aquisição junto de todos os herdeiros, mas em finais de 2012, as obras podem começar! Em primeiro lugar, a vinha e a adega são alvo de todas as atenções. A partir da colheita de 2013, a Quinta da Côrte produz um tinto do Douro que prova logo à partida a excelência da região. Marta Casanova (Directora Geral) a partir de 2013, o seu pragmatismo, talento e amor pelos grandes vinhos do Porto levam-na a zelar diariamente pelo novo rumo da Quinta da Côrte.

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